quinta-feira, julho 20, 2006

No jardim da Filosofia... tempus fugit

Na minha ingênua ânsia de ser a medida das coisas,
Foram pífias as armadilhas que preparei
Para capturar o Tempo — deu em nada!

Pois, no sertão que vige em mim, o tempo foge...
Fugiu-me por entre as brechas da memória,
Ficaram só aqueles parcos restos de nada:
O tempo nasce da minha relação com as coisas!

2 comentários:

Alessandra Espínola disse...

Então é o tempo mesmo relativo!!??Eu também fiz/faço isso. Então, o importante mesmo não é no que vai dar e como se faz!!?? Beijão!

Alessandra Espínola disse...

As coisas... as coisas também são tão fugidias quanto o tempo. Eu acho que você é um imenso rio com asas grandiosas, abrançando a terra! Um beijo!